Feeds:
Artigos
Comentários

Na Grécia:

VAT on basic foodstuffs

2005: 8%

2006: 9%

2010: 11%

2011: 13%

2015: 23%

Daqui.

“Mas o mais inaceitável foi o momento em que este brutal aumento foi lançado. Após a subtração dos dois subsídios e as primeiras reduções salariais, os funcionários públicos haviam sido confrontados a partir de janeiro de 2014 com novos cortes salariais a partir de 675 euros brutos (antes começavam nos 1500 euros). E é claro que a medida penalizou igualmente os aposentados, cuja contribuição extraordinária de solidariedade (CES) havia também sido agravada.”

Daqui.

Sem palavras

Ou antes com algumas palavras: O “número dois da CE”, uma pessoa que não conheço e em quem não votei mas cujo ordenado pago, disse isto: “(…) considerou que só com o retorno da estabilidade é que “Grécia pode voltar ao caminho do crescimento, criar empregos e restaurar a confiança, especialmente entre os mais vulneráveis ​​socialmente.”.

Sugiro que o ponham a fazer um estágio, como utilizador, num qualquer remoto canto (e até pode ser em Portugal, esse enorme sucesso da austeridade), com uma reforma minima ou sem subsidio de desemprego, sem médicos e sem luz, e que o mantenham lá de forma estável, para ver se restaura a confiança.

E não, não estou assim zangada por ser segunda feira, é por estar farta de arrogantes que se passeiam de salão em salão, no bem bom, pagos com o dinheiro dos contribuintes, a proteger os que não precisam de protecção, invocando “os mais vulneráveis socialmente“.

Por Ashoka Mody, já várias vezes citado neste blogue.

“O Goldman Sachs reduziu os lucros para metade devido não só à quebra das receitas como a sobretudo a custos legais.”

Esta notícia é só um pretexto para o que vou dizer. Já o título do post exprime exactamente a sensação que tenho de que algo está muito errado numa civilização onde os que guardam o nosso dinheiro pagam milhões e milhões em multas e acordos para não serem condenados por nos enganarem e roubarem, e os mais velhos e pobres de entre nós têm que pagar dívidas que não contraíram e que só serviram para enriquecer mais os primeiros e os seus criaditos.

Tem que haver uma alternativa. 

“Mr. McFarlane said that the nonexecutive directors had met in recent weeks and had decided unanimously that a change was needed. After a series of director meetings in the last few weeks, the board met on Tuesday and decided that Mr. Jenkins should leave, Mr. McFarlane said.”

“Advocatus | O Presidente pode fiscalizar o governo, mas quem o fiscaliza a ele?
JRN | Parece-me relevante. É uma situação que, a meu ver, devia ser repensada. Há as comissões parlamentares de inquérito mas estão concebidas por forma a não abranger nada que diga respeito ao Presidente. Às vezes, era importante saber o que se passa em Belém. Isso ficou muito claro quando foi aquele episódio das escutas: em vésperas de uma campanha eleitoral, de Belém vem a indicação para lançar na opinião pública a ideia de que o Presidente está a ser escutado pelo governo, mas nunca ficou esclarecido quem foi o responsável, se o Presidente sabia ou não. É um assunto da maior relevância que poderia ter alterado o destino das eleições. Nos Estados Unidos, se isso acontecesse, imediatamente haveria uma comissão que iria investigar até ao milímetro.

Temos sempre de imaginar uma situação em que há um mau Presidente e precisamos também de algum equilíbrio, porque senão, a certa altura, é um cheque em branco. Não deve poder haver destituições do ponto de vista político, porque o Presidente foi eleito pelo povo, mas ganhava-se em racionalidade do funcionamento do sistema saber-se o que se passa em Belém.”

Esta e outras questões interessantes, são abordadas nesta entrevista de Jorge Reis Novais.

Ou, os novos tempos:

slide_440508_5807034_freeDaqui.

“Acresce que, sendo o Novo Banco uma instituição de crédito significativa para efeitos do Mecanismo Único de Supervisão, os efeitos prudenciais de uma eventual transação teriam em qualquer caso de ser apreciados pelo Banco Central Europeu, na qualidade de autoridade de supervisão prudencial do Novo Banco.”

(talvez se lhe possa mudar o nome de Banco de Portugal para banco de portugal, com letras muito pequeninas)

cmvm bes

Clicar aqui

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 71 outros seguidores