Feeds:
Artigos
Comentários

A Europa

kos

Daqui.

gv 2 gv 3

gv 1

Gosto particularmente da possibilidade de haver elementos “até revolucionários” nas empresas. Lembra-me o afastamento de uma empregada de um sítio onde trabalhei porque, entre outras coisas, a sua superiora hierárquica registava que a mesma tinha “ideia próprias”

Estatísticas

Na Grécia.

Uma boa, e simples, análise, no NYT:

“(…) if you believe that there is something fundamentally unfair about an economy that shifts more and more of the rewards of growth to the ultra-wealthy, you would want to deal with it with policies that apply to everyone, not just the chief executives of one subset of corporate America. For example, you could raise the marginal tax rate on income above some high number, and use the extra revenue to fund a higher earned-income tax credit that essentially subsidizes the working class. That, of course, would never pass a Republican Congress that is staunchly opposed to higher top tax rates. But it would apply equally to all the winners in the winner-take-all economy, whether they are elite baseball players, public company C.E.O.s or executives of privately held companies.”

“O New York Times cita uma análise de 2014 do Economic Policy Institute, que revela como há 50 anos os CEO recebiam cerca de 20 vezes mais que os restantes funcionários, enquanto em 2013 a diferença era de 300 vezes.”

ccg japao 2015

O Código pode ser lido aqui.

japao 1 japao 2

Ainda que incluído na secção de “Special Advertisig”, (sempre é mais do que  “governantes” a discutir com jornalistas no Twitter), vale a pena ler. Clicando sobre a imagem pode ler-se melhor)

Tirado daqui:

fortune august 2015

A Grécia

“We suggest breaking this vicious cycle by tying the interest rates on the loans to the growth rate of the Greek economy, together with a conditional debt moratorium.

(…)

There are no firm legal arguments against tying Greek debt servicing to growth rates of the Greek economy, or against a conditional debt moratorium. From an economic perspective such a solution will not just improve the chances of repayment. It would also show that Germany and the other creditors have an interest in helping Greece and guaranteeing the stability of the Euro.”

Uma sugestão de alguns alemães, aqui.

Na sequência desta decisão da ERSE, tomada em respeito pelas imposições da Comissão Europeia que não concordou com a posição inicial da ERSE sobre alguns aspectos relevantes para a certificação da REN, esta alterou os seus estatutos, conforme aqui se explica: REN acata remédios impostos pelo regulador para garantir certificação.

Penso que seria importante sublinhar que as alterações mais substanciais que efectivamente asseguram a separação de propriedade, transparência, etc, foram impostas por Bruxelas e não pelo regulador português que, detentor da mesma informação que Bruxelas, aparentemente, entendeu que aquelas alterações não eram necessárias.

Recordo que, em tempos, o então Administrador da REN, referia que não havia problema nenhum em privatizar empresas em sectores estratégicos porque o Estado podia sempre intervir através da regulação. Se a regulação for boa, acrescento eu.

Death by debt

“Greece has an economic crisis no less dramatic that Germany faced under Heinrich Brüning in 1930-33.  The unemployment rate is equal to 27 percent; the youth unemployment is equal to nearly 50 percent; output is down by 30 percent; the banks are in panic and collapse.  Greece is at the breaking point.  Germany can give Greece all of the lectures it wants and make all of the demands that it wants, but Greece will collapse if it is forced to service all its debt and cut public spending accordingly.  These policies are impossible to pursue – as was also the case in Germany under Brüning. As a result no democratically elected government in Greece will be able to survive for more than a few months at a time. The current path will only lead to disaster for Greece.”

Daqui.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 70 outros seguidores