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Neste artigo, começa por fazer-se uma descrição do papel tradicional da Comissão, analisando-se depois como este papel parece ter sido subvertido pelos tratados intergovernamentais mais recentes (ex. Tratado Orçamental) e pelas decisões tomadas no âmbito da crise económica da zona eura. Discute-se depois o papel da Comissão na assistência financeira aos estados membros em dificuldades, bem como a respetiva accountability e legitimidade nesse papel.

Pode fazer-se o donwload a partir do facebook do Instituto de Políticas Públicas Thomas Jefferson-Correia da Serra.

“(…) whoever wants change at a substantial German company needs to consult the trade unions first. (…)”

europa

De um artigo do Diário Económico de hoje sob o título: Funcionários alemães dominam cargos de topo na Europa.

(Clicando sobre o texto pode ler-se melhor)

Pode ser lido aqui.

Aqui.

mongolia

Clicar na imagem para ler o texto.

But for Mr. Varoufakis, the fact that the world’s leading debt default lawyer will be advising him sends a powerful signal.

Ameaça

Volto a ouvir ou ler a expressão “amanhãs que cantam” e começo aos tiros.

nodoa

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Hermés, Armani, Zegna, Earl Grey, Saint Tropez, todos os ingredientes de uma boa história que mantém o leitor preso ao papel. Faltam a mobília inglesa e rapazes chamados Bernardo ou Lórenço, que também costumam inspirar os produtores de texto a que nos nossos tempos se chama escritores, alguns até laureados, outras só aloiradas.

Ainda há mais, mas poupo os leitores, vamos ao fim: depois de um almoço no Porto de Santa Maria cancelado, o protagonista da história acaba no Parque das Nações. A originalíssima escritora é a nova sub directora do Diário Económico, cujo suplemento (da semana passada ou da outra, ando atrasada…) publicou aquela obra acima reproduzida, mas cujo caderno principal publica outro tipo de literatura. A rapariga faz-se.

Sugiro só uma alteração ao título, chamar-lhe-ia antes “O sonho do banqueiro mau”, pois parece que a versão actual da história só tem um mau (e de que ele é mau não há dúvida, mas algo me diz que não vai sozinho para o arquivo dos maus, vulgo Inferno).

You can make a pretty good case that the costs of this adjustment were so large that Greece would have been better off exiting the euro in 2010. You can make an even better case that Greece would have been much better off if it had never joined in the first place. But at this point these are sunk costs. If Greece can negotiate a halfway reasonable compromise, one that more or less pauses further austerity, it’s hard to see that the risks of exit would be worth it.

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