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Há qualquer coisa de estranho nesta capa da Vanity Fair, e não é a inquietante, ou mesmo rentável, duquesa.

Ontem, na Comissão Parlamentar de Inquérito ao BES, de que só vi excertos, aconteceram duas coisas divertidas:

Se bem percebi, o Governador do Banco de Portugal sugeriu que as pessoas que foram enganadas adquirindo produtos financeiros de total, absoluto e completo risco, como rapidamente se veio a ver, pensando que estavam a aplicar de forma segura as suas poupanças  aos balcões do BES, recebessem uma parte de uma eventual compensação em acções (ou “propostas comerciais”, whatever it is) do Novo Banco porque vão valorizar muito. Parece que não aprendeu à primeira.

Já o Presidente da CMVM falou em dever moral de ressarcir aqueles “investidores”. Dever moral? Sem ofensa, acho que o senhor está obsoleto e usa palavras que já foram descontinuadas há muito tempo. Mas fica-lhe bem, estar fora de moda, concordo.

Caiu um avião com 150 pessoas dentro, nos Alpes. Que se saiba, não há sobreviventes. A última frase da notícia de um jornal económico sobre o tema é esta:

“Os papéis da Lufthansa, empresa a que pertence a Germanwings, cedem mais de 5% na praça de Frankfurt. As acções da Airbus, fabricante do aparelho, recuam mais de 2%.”

Está certo.

For decades, the regulatory treatment of sovereign debt has significantly discounted and, in many cases, ignored the possibility of default on exposures that are denominated and funded in the country’s own currency. Sovereign risk, however, is not a novel concept. Sovereign defaults, though not as frequent as those in the private sector, have occurred regularly throughout history. The recent financial crisis and subsequent distress suffered by a number of sovereigns, including some EU Member States, has further highlighted these risks. Indeed, the bond spreads and credit default swap (CDS) premia observed for a number of sovereigns suggest that the possibility of default is clearly non-negligible.

The crisis has also highlighted a close two-way link between banking and sovereign distress, with problems in the banking sector having a negative effect on the sovereign, and sovereign stress exacerbating the disruption in the banking system.

The ESRB’s Advisory Scientific Committee (ASC) has stressed the need for comprehensive reform, for instance of the risk weight of sovereign debt in prudential regulation.”

Daqui:

esrbreportregulatorytreatmentsovereignexposures032015.en

Clicar na imagem para ler o relatório.

charity governance

Clicando na imagem pode ler-se o relatório.

O género

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Segundo a revista do Expresso, que não comprei, a dona disto tudo, agora, é uma criatura que vi há umas semanas na capa de uma revista dizer que, igual a ela, no mundo, só havia a Oprah e, noutra capa de outra revista, que parece que é dela, (o que é normal porque ela é a dona disto tudo), “entrevista” a Oprah portuguesa.  Não nos bastava a Júlia, a loira histérica que insulta o género humano num reality show e cujo nome não me ocorre agora, a Judite que faz o pior telejornal do mundo, uma pessoa que profere palavras para justificar a existência de uma pessoa que gostava de ser a Oprah portuguesa aos sábados à noite na SIC e a Barca do Inferno (Nilton incluído mas sem link porque tenho vergonha), agora temos mais uma.

Valham-nos a jornalista Ana Lourenço e a juíza  Maria José Costeira, que está na fotografia ali em cima. 

As universidades

“Estamos perante um conjunto de temas claramente orientados para a criação de valor económico, que surge, assim, como razão última da produção de conhecimento.”

Daqui.

rel 2014 edp

Para ler o relatório clicar na imagem.

rel 2014 inapa

Para ler o relatório clicar na imagem.

rel 2014 galp

Para ler o relatório clicar na imagem.

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