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“Em vez de fazerem como os bancos, que cerraram fileiras e recrutaram batalhões de lobistas para esmagar os dissidentes, deviam garantir que os seus produtos continuam a responder às necessidades dos clientes. Os desafios colocados pelos novos concorrentes e inovações funcionam como um estímulo para as tecnológicas – ao contrário dos oligopólios bancários – continuarem a surpreender e a aperfeiçoar-se. Apesar disso, a tentação de explorar os utilizadores (para obter dados pessoais, por exemplo) ou de pensar que “estão no papo” é grande.

Resumindo, também devem partilhar a sua riqueza e reagir o quanto antes mal se apercebam de eventuais excessos. Alguns fundadores-bilionários, depois de suarem as estopinhas para construir a sua tecnológica, podem dizer, com toda a legitimidade, que não têm qualquer obrigação de canalizar os seus lucros para boas causas. (Outros, como Ellison, prometeram doar grande parte da sua fortuna a instituições de caridade). Mas a revolta populista contra bancos e banqueiros era, e é, em parte alimentada pela inveja. Faz sentido não agravar as coisas.”

Daqui.

 

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everlane 1

Daqui:

everlane 2

 

Um site que vale a pena visitar (e não é só pelos produtos que vendem que, por sinal, também merecem a visita) mas pela prática de informar os clientes sobre como são produzidos os produtos que vendem e como formam os seus preços.   Imaginem isto aplicado à generalidade das empresas.

“The design of remuneration policies and practices should be approved by senior management or, where appropriate, the supervisory function, after taking advice from the compliance function, and implemented by appropriate functions to promote effective corporate governance. Senior manage-ment should be responsible for the implementation of remuneration policies and practices and for preventing and dealing with any relevant risks that remuneration policies and practices can create”

Daqui:

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Swap

“A defesa da minha honra obriga-me a provar que a minha demissão é totalmente injusta e injustificada”, diz Silva Rodrigues em carta enviada esta tarde à comunicação social.

Silva Rodrigues, ainda presidente da empresa resultante da fusão da Carris e do Metro de Lisboa, assume desde 2003 a presidência do conselho de administração da Carris.

Intitulado “Obviamente, não me demiti”, o texto de oito páginas do responsável apresenta um retrato do seu percurso profissional e decisões tomadas desde a entrada na administração da Carris.

No documento, Silva Rodrigues diz ter sido demitido “num processo sumário, inadequadamente fundamentado e explicado, que atenta” contra o seu “bom nome” e reputação profissional.

“Terei, seguramente, oportunidade, porque vivemos num Estado de direito democrático, de demonstrar a minha razão, de demonstrar que as decisões tomadas, em 2005, 2006 e 2007 (…) foram corretas e adequadas e tiveram como único objectivo defender o interesse da Carris e, consequentemente, do seu accionista, o Estado português”, escreve José Manuel Silva Rodrigues.

O gestor realça ainda que os quatro contratos swap assinados pela Carris “foram sempre, apenas, e só, destinados a cobrir o risco da taxa de juro da dívida” da empresa, e cada uma das operações teve por base um empréstimo em que a Carris paga uma taxa indexada à Euribor.”

Aqui.

E aqui: (Jornal de Negócios)

“Ao fim de 41 anos de carreira profissional, mais de 35 ao serviço do Estado, onde ocupei múltiplas funções de elevada responsabilidade, sou demitido num processo sumário, inadequadamente fundamentado e explicado, que atenta contra o meu bom nome e a minha reputação profissional, activos estes que, na verdade, foram os únicos bens que granjeei ao longo dos muitos anos de serviço público.”

 

Medo….

“O Parlamento inicia na próxima semana um projecto de “consolidação de leis” promovido pela presidente da Assembleia da República, que espera que a reforma melhore o acesso dos cidadãos à Justiça e a qualidade legislativa.

“É uma medida de reforma, é um progresso. Será um passo seguro, legítimo, para melhorar a qualidade das leis porque simplifica a sua apresentação perante os seus destinatários, tornando mais acessível a Justiça aos cidadãos”, defendeu Assunção Esteves, em declarações à Lusa.

Para dar início ao projecto, que terá um primeiro período de funcionamento de seis meses, foi criado um grupo de trabalho com a participação de um deputado por cada grupo parlamentar e de Alexandre de Sousa Pinheiro, docente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Assunção Esteves adiantou que o projecto, tentado pela primeira vez no Parlamento português, arranca na próxima semana com uma primeira reunião. Caberá aos deputados identificar quais as matérias que devem ser objeto de consolidação legislativa, um processo que implica pesquisa, compilação, organização e análise de todas as leis existentes sobre um mesmo tema.

Segundo explicou à Lusa Alexandre de Sousa Pinheiro, no final de um processo de consolidação legislativa poderá haver, por exemplo, uma proposta aos deputados para que se eliminem “redundâncias ou incongruências” detectadas num conjunto de leis sobre um mesmo tema.

A análise poderá resultar em que, de 10 instrumentos legislativos sobre um tema específico, passa a haver “dois ou três diplomas, ou mesmo só um”, com uma “apresentação padronizada”, exemplificou.

“Não se trata de modificar actos legislativos à margem do plenário. Não há qualquer modificação do conteúdo das normas”, sublinhou Assunção Esteves, destacando que o papel de “supervisão política” caberá sempre aos deputados.”

Daqui.

Dia 10 de Junho

Também a queda de 1,85% para 3,229 euros da Portugal Telecom deixou a bolsa portuguesa em terreno negativo

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