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an issue of trust

 ”It’s absolutely an abomination to see the poor people suffer more if the rich people are not contributing disproportionately more,” Levy told CNN. “I’m willing to do that if and when governments take the right actions to fix the public deficits.”

Maurice Levy aqui: CNN.

“Yet few believe that any but deeply involved (and therefore no longer) ‘non-executive’ directors can understand the complexity of today’s corporate money-making moves. Any a ‘how-many-clicks’ map of today’s non-executive directors of the world’s largest, listed companies highlight how small this club really is, and raises doubts as to whether it can support any real challenges to ‘business as usual’. Indeed, given the short-term interests of most investors, today’s dominant fiduciary approach seems unlikely to deliver anything but trouble, including lower financial returns.”

Daqui: Open Economy

Texto integral aqui: The Economist Intelligence Unit

 

Carlos Santos Ferreira, num comunicado enviado por ‘email’ aos colaboradores do BCP, e a que o Diário Económico teve acesso, defende que o “o modelo de governance monista é o mais adequado neste momento por permitir uma maior aproximação de todos os administradores ao dia-a-dia do Banco”. E acrescenta que “a ser implementado, este novo modelo beneficiará com a entrada de outras pessoas no processo de gestão e de decisão. (…)”

No Diário Económico.

O relatório pode ser lido aqui: PWC

 

“Carlos Santos Ferreira escusa-se a confirmar oficialmente a informação do Diário Económico, mas responde, por escrito: “Tenciono cumprir até ao fim o mandato para que fui eleito de presidente do conselho de administração executivo. Dito isto, mais dia ou menos dia, os accionistas quererão mudar o modelo de governação, passando do actual modelo dualista para o denominado monista”. Hoje, o BCP tem um conselho geral e de supervisão, presidido pelo embaixador António Monteiro, e que tem os representantes dos accionistas, e um conselho de administração executivo, presidido por Carlos Santos Ferreira, que gere operacionalmente o banco. O novo modelo passa pela criação de um conselho de administração, do qual sairá uma comissão executiva e um novo presidente, cujo nome continua em segredo.”

No Diário Económico.

Passei a noite em Davos

Uma hora e dezassete minutos que valem a pena, aqui:

 TIME Davos Debate on Capitalism

E mais aqui: World Economic Forum

 

Acordos históricos, ambiciosos, inovadores e audazes.

Texto integral aqui.

Pedro e o Lobo

Fitch ameaça cortar ‘rating’ de Itália em dois níveis.

  Até quando?

Aqui: Wikipedia. E aqui: WordPress

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